quis fazer da vida uma viagem a todos os lugares - levando ouvidos e trazendo voz

O homem dos mil dedos

"Quando eu morrer, morre a guitarra também. O meu pai dizia que, quando morresse, queria que lhe partissem a guitarra e a enterrassem com ele. Eu desejaria fazer o mesmo. Se eu tiver de morrer.”
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Carlos Paredes morreu há 3 anos.
Fazemos-lhe a homenagem - singela, como para a estatura sempre seria - na edição de hoje do Pretérito Mais-Que-Perfeito. Também on line, com a música do incomparável artista, seguindo este link:

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