Aaron Ruso, ex-parceiro de Rockefeller, avisou no '60 minutes', há 10 anos, que os facínoras do grande capital financeiro tinham um plano para a Europa do Sul: colocar corruptos "hommes de paille" nos governos, empobrecer os povos à bruta e, graças a isso, ganharem à custa dos Estados "soberanos" os juros usurários que teriam de perder um dia nos jogos de casino de Wall Street.
A nós, calhou-nos a nossa parte: Borges, Cavaco, Relvas e o incomparável farsola serviram na perfeição para se cumprir o plano (de que também faziam/fizeram parte Líbia, Afeganistão, Iraque e Síria). E o que,pessoalmente, me custa a engolir é a lembrança das vezes sem conta que avisei a esquerda deste país de que estava, ingénua e românticamente, a por-nos a jeito, caindo em engodos infantis, como a bizarria do chumbo do PEC IV…
