quis fazer da vida uma viagem a todos os lugares - levando ouvidos e trazendo voz

O espectáculo do cretinismo

O jornal i pregou-lhe a partida de o entrevistar, revelou a fotografia do que ficou depois de retirado o capacete e redundou com a maldade de lhe revelar o próprio nome na 1ª página. Tragédia consumada. Bastou a caixa - uma só frase.
"O Estado não tem vocação para gerir instituições sociais".

Perguntar a este indivíduo o que é para ele o Estado poderia ser tão néscio, tão perverso e tão sinistro como a própria afirmação do interpelado que fez o título do jornal..
Fizeram-no ministro. Dos Assuntos Sociais. Chega a vir-nos vergonha de desmascararmos a indecência perguntando para que sente ele a tal vocação "pública".
É preciso estóica paciência para viver aqui e agora...!