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Santana Lopes vai-se. A presidência do PSD já não é para ele, que o tempo é de luta - de luta com o exterior, entenda-se.
Rui Rio, hoje numa Câmara que lhe calhou por inerência da sua condição de vice-presidente do Porto, terá que assumir o lugar de Santana, que lhe cai em sorte por inerência da sua condição de vice-presidente dos "laranjas". O vice-presidente Rio pode suceder a Santana, que por sinal "herdou" o lugar por inerência da sua condição de vice-presidente de Durão Barroso (que se foi embora porque os grandes da Europa não tinham candidato para a presidência da União.
Para os social-democratas, abre-se um novo ciclo, que - quem sabe? - pode começar na candidatura à vice-presidência da Câmara da Figueira da Foz...
Para o partido, que venha o próximo: um Fernando Nogueira qualquer, que 4 anos é muito tempo para quem aspire a disputar a cadeira de Sócrates.
Porque não Marques Mendes? Sem nogueira para arder, qualquer arbusto serve para queimar.
Entretanto virão presidenciais, e autárquicas, e novos punhais...