quando se impacientam, histéricos, grosseiros e vendidos, colando a Seguro e ao PS as personalidades que 'ousam' esquecer-se do seu conservadorismo para se insurgirem contra a ruína da Nação e a afronta à Pátria: É, na verdade, do PS de Seguro que todos os portugueses patriotas esperam uma palavra sobre o destino da Democracia moribunda e do neo-fascismo em consolidação. É o PS que tem nas mãos a escolha entre restituir pelo voto o País aos portugueses ou deixar a Nação na única alternativa da violência para não continuar à mercê dos lacaios dos "mercados". Revitalizar a invasão dos financistas que nos vendem os juros a preço da nossa fome já não é - cada vez é menos - uma mera questão de Economia.
Seguro tem de optar:
ou a barganha corrupto-capitalista a que traiçoeiramente chamam "consenso" (vender-se por um prato de lentilhas e ajudar o monstro do cavaquismo a servir os inimigos de Portugal)
ou a firme nega a dialogar com os neo-fascistas que o FMI sustenta no poder para esfolarem os portugueses.
E conforme o que responder, assim o País e a História lhe traçarão a sorte. Já muito em breve.