HAVEMOS,
cada um de nós e enquanto vivermos, de enojar-nos diante da nossa própria consciência por cada minuto em que comodamente ficamos calados enquanto assistimos a este monstruoso genocídio moral.
Pela minha parte, confesso-me sem orgulho nem pudor que possa transmitir como exemplo aos meus netos, pela incapacidade (inutilidade?) em que vejo subjugadas a minha inteligência e a minha vontade de reconhecer o País em que nasci neste miseravelmente degradante holocausto.Malditos sejam, no inferno que lhes cabe, os facínoras que me envergonham no aviltamento da minha Pátria!
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