Não há pior defeito que a ingratidão. E começa a ser tempo de, ouvindo o sensato e profundo 'pensamento' de Isabel Xonet, pormos as mãos ao Alto e agradecermos a caridade de um capitalismo que com inestimável eficiência proporciona quase tudo a troco de quase nada (basta que deixemos a propriedade de um pobrezinho a cada generosa senhora que nas soirées de chá e canasta intervala a mostra das últimas compras com o conclave de pias curas da chaga que é a estupidez natural dos que não compreendem os insondáveis desígnios de Deus e se revoltam contra a pobreza, essa bem-aventurança concedida aos eleitos.
Apesar da incompreensão dos ignorantes que somos, a inteligência e a generosidade das corporações está "lá" sempre, a cuidar de que nos não falte o "admirável mundo novo".
Apesar da incompreensão dos ignorantes que somos, a inteligência e a generosidade das corporações está "lá" sempre, a cuidar de que nos não falte o "admirável mundo novo".