O mundo vive actualmente na paranóia, colectiva e generalizada, da pandemia do vírus H1N1, a gripe A, ou gripe suína, ou febre porcina, ou Influenza. O Mundo, sim.
A comunicação social de todo o mundo diz que muita gente vai morrer: não são apenas centenas, nem milhares – dizem-nos que serão (seremos?) milhões.
Onde está a verdade de tudo isto? Toda a verdade?
Primeira interrogação: a de um cientista, que foi também o responsável máximo pela Saúde num dos países mais desenvolvidos e culturalmente sólidos do mundo.
Impressiona a certeza – o desassombro – com que esta senhora afirma o que afirma.
A paranóia tem origem criminosa. E é preciso ter muita atenção e precaução.
Segundo trabalho: o de um jornalista-investigador.
Pode ver-se no depoimento da ex-ministra Rauni Kilde uma atitude de conspiratividade, de suspeição sistemática, de cepticismo apenas.
Mas neste segundo documentário a questão coloca-se de modo ainda mais agudo: factos são factos.